Últimas do Facebook

(“Continuação” do texto da Bianca Innocencio)
Em 2015 houve uma mudança no paradigma da gordura como sendo o vilão da dieta. O FDA, agência americana que regula os alimentos e medicamentos nos EUA, inocentou as gorduras saturadas como causadoras de aterosclerose. O que pouca gente percebeu é que no mesmo ano saía um artigo brilhante escrito por Stephanie Seneff do MIT propondo uma nova hipótese para a aterosclerose (deficiência da sulfatação de colesterol) que deixaremos para comentar em outro Post.
O foco dos nossos males, com razão, passou a ser (finalmente) o açúcar branco refinado. Os farináceos (pães, massas e bolos); os molhos (mostarda, ketchup, molho inglês) e laticínios (principalmente requeijão e iogurte), além de vários outros alimentos, “escondem” esse maléfico ingrediente, conforme citado em post anterior pela minha amiga Nutri funcional @biancainnocencio.
Sua ingestão acima do normal gera fenômenos conhecidos como “glicação” (a união de açúcar com proteína fazendo com que essa perca a sua função). Nós podemos “medir” a glicação quando dosamos a hemoglobina glicada para diagnóstico ou acompanhamento de pacientes diabéticos. Possivelmente, em breve, estaremos também utilizando a albumina glicada pra esse fim. Ambas quando aumentadas, além de diabetes, aumentam seu risco para doenças do envelhecimento (além de te envelhecer) e concomitantemente as doenças crônicas. Câncer, osteoporose, doença macular relacionada à idade, AVC, Alzheimer e neuropatia periférica são algumas delas que ninguém quer. Glicação é a primeira etapa de alterações complexas que culminam em AGEs (produtos finais da glicação avançada). Eles te oxidam e geram inflamação crônica que também atrapalham a sulfatação do colesterol que citei no início do Post. Infarto ainda é a primeira causa de morte (causada por doença) na maioria dos países. Entendeu agora porque você deve evitar o açúcar?
#doctordanielbraga #tel:(21)2512-9193 #institutosantarosa #açúcar
#glicação #AGES
See MoreSee Less

View on Facebook

Muitas pessoas tem por hábito após atividade física no final de semana ou após a competição fazer uso de bebida alcoólica, isso é um erro gravíssimo.

Pois atividade física extenuantes abalam temporariamente nossas defesas contra vírus, bactérias deixando o organismo uma janela aberta para infecções oportunistas.
O que se deve fazer é entrar em um estágio de recuperação plena por no mínimo 24h a 48h dependendo do desgaste. Uso de alimentos e suplementos que ajudam na recuperação deve ser individualizado.
Segue algumas sugestões de alimentos; Própolis verde, açafrão, alho, acerola, inhame, todos esses e muito mais ajudam a recuperar o sistema imunológico.
Converse com seu Nutricionista Esportivo para avaliar quais alimentos seriam mais interessantes de serem usado e veja com o seu treinador qual será o melhor tipo de treino regenerativo. By @heltonnutricionista
See MoreSee Less

View on Facebook

Por ludimilagouveanutricionista
Emagrecer geralmente é a motivação inicial de quem nos procura, nós Nutricionistas enxergamos a frente
desse objetivo. Nossa função é garantir que as células trabalhem em equilíbrio, pois são formadas por
NUTRIENTES, logo o que comemos diariamente é determinante!!!
Ao utilizarmos o Questionário de Rastreamento Metabólico da Sociedade Brasileira de Nutrição Funcional,
podemos identificar através dos sinais e sintomas, algumas desordens. É nosso critério corrigir estas
questões, para então alcançar boas metas. Não é raro encontrar casos que pioram alguns sintomas, antes da
melhora do estado geral. Persistir na mudança de hábitos traz boas surpresas, um bem estar que vai além da
redução do peso corporal. Vale escolher bem cada GARFADA!!!!
See MoreSee Less

View on Facebook

Por @ludimilagouveanutricionista O crescimento fúngico é propiciado pelo consumo excessivo de açúcar, carboidratos refinados, baixa imunidade, uso de antibióticos(destroem as bactérias que defendem o organismo) dentre outros fatores. Equilibrar a alimentação diária é fundamental para diminuir a recorrência deste quadro tão incômodo, muitas vezes agravado por falta de diagnóstico. O uso de alimentos (alho, óleo de coco, pólen) e plantas fitoterápicas antifúngicas (canela, orégano, tomilho, camomila, chlorella, funcho) podem auxiliar no tratamento que muitas vezes precisa ser medicamentoso, além de agir na prevenção. Estes princípios podem ser usados em pequenas quantidades diárias, como temperos, chás ou suplementos quando indicados. Vale lembrar que ALIMENTAÇÃO é a BASE para o sucesso de toda proposta terapêutica. Vamos plantar e colher bons frutos de nossas escolhas diárias, um pouquinho a cada dia fará toda diferença!!! See MoreSee Less

View on Facebook

Após a alimentação nosso corpo estoca glicose em forma de #glicogênio no fígado e nos músculos. O jejum prolongado durante a noite de sono faz com que utilizemos nosso estoque de glicogênio para liberarmos glicose ao cérebro e funcionamento do organismo. Ao acordarmos, se não houver uma nova ingesta alimentar, o corpo passa a buscar nos nossos estoques de gordura a próxima fonte de energia.

A aerobiose estimula a liberação do Hormônio do Crescimento (GH) e uma das condições orgânicas ideais para tal, é a baixa glicose sanguínea. Além da ação #anabólica o #GH também possui ação #lipolítica, sendo responsável pela conversão da gordura em fonte de energia.
O #aej deve ter uma duração de 30 a 40 minutos e em intensidade moderada (60 a 70% da frequência cardíaca máxima), garantindo que apenas gordura seja utilizada como fonte primária de energia. O #risco encontra-se se for feito em uma intensidade maior. Isso vai levar o organismo a demandar mais glicose, o que induzirá a liberação de dois hormônios, #glucagon e o #cortisol (produzindo glicose a partir da degradação da #proteína muscular) na tentativa de aumentar a glicemia, interferindo assim na liberação do GH que se está pretendendo! E queimar músculo…ninguém quer! Após o aej, recomenda-se ainda esperar entre 30 a 60 minutos para tomar o cafe da manhã, potencializando o tempo de metabolização das gorduras." Por nosso médico nutrólogo @dreduardopastorelli
See MoreSee Less

View on Facebook