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A síndrome do intestino irritável (SII) é constituída por um conjunto de sintomas que consistem em constipação (“intestino preso”) ou diarréia, gases, dor e inchaço (“estufamento”) no abdome, que variam de pessoa para pessoa. Não se trata de uma doença detectável, mas significa que o intestino não está funcionando normalmente.
A causa desta síndrome tão comum, que acomete mais as mulheres, ainda não está bem explicada, porém os sintomas são mais frequentes em períodos de maior desgaste emocional, o tão conhecido “stress” ou coexistem com fatores como a depressão, ansiedade e pânico. Assim, a relação entre o cérebro e o intestino tem sido bastante estudada, pois o cólon possui uma rede de neurônios que se conectam com o cérebro. Outros possíveis fatores implicados incluem a reatividade intestinal a alimentos ricos em açúcar, ácidos e gorduras, o processamento muito lento ou rápido dos alimentos no intestino, alterações hormonais e mudanças da flora intestinal.
Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada, pois o diagnóstico desta síndrome requer basicamente a história clínica e o exame físico. O médico também buscará a presença de “sinais de alarme” que indiquem outros diagnósticos cujos sintomas sejam semelhantes.
O primeiro passo para o tratamento da SII é a conscientização de que não se trata de uma doença grave, mas de um distúrbio cujos fatores desencadeantes devem ser controlados ou até mesmo retirados. A mudança dos hábitos alimentares deve ser feita com o auxílio de um especialista para que se proponha a melhor estratégia nutricional individual. Alimentos mal tolerados como aqueles gordurosos, que induzem a produção exagerada de gases, que tenham conteúdo excessivo ou pobre em fibras e bebidas gaseificadas ou ricas em cafeína devem ser removidos de acordo com a análise dos sintomas. #Continua
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Hoje a nutri @biancainnocencio trouxe um tema que atinge de 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva: Síndrome do Ovário Policístico SOP-distúrbio endócrino-ginecológico que se caracteriza principalmente pela falta de ovulação crônica e excesso de andrógenos como a testosterona. Estudos apontam associação significativa entre SOP e a síndrome metabólica, também conhecida como síndrome da resistência à insulina. Dessa forma, as mulheres que apresentam a SOP apresentam maior risco de desenvolverem intolerância à glicose, obesidade, diabetes, hipertensão, infertilidade e outras doenças cardiovasculares.
As principais manifestações da SOP incluem os seguintes sintomas: irregularidade menstrual, hirsutismo (aumento nos pelos), infertilidade, acne, queda de cabelo (alopecia) , obesidade e acantose nigricans (manchas escuras que aparecem na nuca, axilas, costas).
Devido à resistência a Insulina pode haver uma “dificuldade” maior para a efetiva perda de peso. O protocolo para tratamento engloba várias mudanças alimentares e suplementos. Dentre elas destaco a importância de controlarmos o consumo de carboidratos simples, ou seja, a carga glicêmica da alimentação.
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A oferta de gorduras de boa qualidade fornecem ao cérebro, ácidos graxos essenciais(W3 e W6) que não podem ser produzidos pelo nosso organismo, necessitam de consumo regular, pois o equilíbrio entre W3/ W6 gera uma membrana celular bem organizada, favorecendo a comunicação das sinapses e protegendo os neurônios do processo inflamatório
A dieta MIND (Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay) enfatiza a ingestão de 10 alimentos amigos do cérebro que estão presentes na dieta Mediterrânea e na DASH, como:
verduras , legumes, nozes , frutas , feijão , cereais integrais, peixe, aves, azeite e vinho; e limita o consumo de carne vermelha, manteiga e margarina, queijo, doces, frituras e fast food.
Alimentos como carne vermelha e manteiga são consideradas ruins para o cérebro, porque são pró inflamatórios, sendo o cérebro um tecido rico em gordura ele sofre dano oxidativo e a inflamação continuada acelera a destruição dos neurônios, já os vegetais e alimentos frescos, são ricos em atioxidantes e protegem o cérebro do dano celular.
As doenças degenerativas ou síndromes demenciais como Alzheimer e Parkison, também se beneficiam da alimentação com boas gorduras, tanto no tratamento quanto na prevenção do comprometimento do quadro neurológico.
Mais azeite, oleaginosas, peixes, vegetais e farta salada verde precisa compor nosso prato e é o cérebro quem agradece!!!
Nutricionisa Funcional Ludimila Gouvêa
@ludimilagouveanutricionista
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Devido a correria do dia a dia e a vida super agitada que muitos levam, algumas muitas aderem à praticidade, se alimentando de forma pouco saudável.
Atualmente temos uma abundância de alimentos prontos para o consumo que fascina a muitos, isso é muito evidente quando vemos as prateleiras dos supermercados cheias desses produtos e o fasts foods lotados.

No entanto, quando adotamos hábitos pouco saudáveis podemos estar expostos a diversos prejuízos à nossa saúde.
Por isso, o que vale é ter constância nas atitudes! Fazer boas escolhas no momento das compras é fundamental. Evitar que os alimentos ultra processados entrem em sua casa já é um grande passo! Pois quando se come corretamente não há espaço para o consumo daquilo que é indevido.
Devemos colocar alimentos de verdade na nossa alimentação, investir mais em alimentos na sua forma natural e evitar o consumo dos industrializados.
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